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#RedeTRANSmoras:
Pela autonomia das corpas trans!

A Mostra de Artes #RedeTRANSmoras reúne proposições artísticas de artistas que fizeram parte do projeto de Autonomia Trans do Ateliê TRANSmoras com recursos do Fundo Elas e apoio da TODXS. Durante um mês, artistas e empreendedoras trans foram provocadas a pensar seus trabalhos enquanto negócios e a criar estratégias de monetização, principalmente no ambiente online, dado o desafio imposto pela pandemia. 

 

Em nossa rede contamos com artistas de regiões diversas do Brasil, que exploram diferentes formatos e este evento é protagonizado por artistas visuais, performers, produtoras audiovisual e multimídia. A Mostra é produzida em um movimento de celebração e compartilhamento do que foi desenvolvido nesse primeiro ciclo em rede. Composto apenas por pessoas trans e planejando a autonomia de nossos projetos de forma a não precisarmos de validações externas quanto o nosso fazer, mas sim o aprimoramento em forma de produções coletivas, que reafirmam nossa capacidade profissional do fazer cultural/artístico.

 

Não nos deixamos parar por pedras em nosso caminho e independentemente da cisgeneridade e dificuldades sistemáticas, produzimos e aprendemos a empreender e desenvolver estratégias de sobrevivência enquanto rede, e objetivamos nossa autonomia capital, mostramos nosso valor e o que somos capazes de desenvolver em meio aos repetidos apocalipses.

 

Para não sermos apenas subjugades enquanto vítimas do sistemas, nós construímos nossa  emancipação de espaços de opressão e convidamos a todes a colaborarem com nossos trabalhos participando e compartilhando o evento. 

 

Nesse momento de pandemia e atualização das ferramentas, nós fortalecemos nossa rede para possibilitar a  digitalização de nossos trabalhos, oficinas e vivências, nos inserir online. 

 

A mostra ocorrerá do dia 03 ao dia 08 de novembro através de diferentes plataformas online com os links e detalhes reunidas nesse site. 


 

O projeto de desenvolvimento de autonomia pode ser conhecido com mais detalhes através do texto escrito pela coprodutora do projeto, Antonia Moreira no link:

 

https://medium.com/atelietransmoras/autonomia-trans-b8a203a8d909

 

Artistas Participantes: 

Águi Berenice, CALANGX, Lino Maírum Calixto, Hiura Fernandes, Bioncinha do Brasil, Kyo Dias.

 

Curadoria:

Antonia Moreira e Rafa Kennedy. 

Produção:

Antonia Moreira, Rafa Kennedy e Lino Maíraum Calixto. 

Ateliê TRANSmoras:

Coordenação-geral: Vicenta Perrotta @vicenta_perrotta

Produção-executiva: Rafa Kennedy @_rafakennedy

Projetos e planejamento: Antonia Moreira @antoniaquerbrincar

Projeto pedagógico: Viviane Junqueira @oracularomaterapia

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Diálogos sobre o processo da formação Autonomia TRANS, o que conseguimos validar, quais tecnologias estão em desenvolvimento e os planos futuros da Rede TRANSmoras. 

 

Local: Instagram @atelietransmoras, terça, 03, às 20h30min.  

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A última festa da carne

A última Festa da Carne é um experimento audiovisual de Calangx, cuja performance evoca vivências de uma corpa transmutante: sem rosto, sem nome e sobrenome! 
Em tal experimento, CALANGX mostra possibilidades de ser e estar em um outro lugar: que não é o seu. Migra entre olhares tortos e preconceituosos, transitando por gestos de admiração e curiosidade diante da sua corpa não binária e sua face inacessível.

Siga a artista: @xcalangx

Local: Estréia dia 3, terça, às 21h no YouTube

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desenterrando o lixo que sou

A vivência performance convida 30 espectadores-agentes a refletir e conversar sobre si e sobre o significado de lixo em sua subjetividade e o que escondemos ali.  Enquanto o artista executa a ação de desenterrar materiais que foram enterrados há um ano em baixo de uma amoreira. A vivência foi elaborada após passar pela experiência de residir artisticamente no ateliê TRANSmorais e entrar em contato com a produção cultural e upcycle. 

Local: Sábado, dia 7, às 16h30 via Google Meet

 

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Da mandioca: Sobre memórias de infância

Ato performático que busca aprofundar-se nas íntimas  lembranças a partir de um movimento coletivo que foi muito comum na vida da artista que propõe a imersão, resgatando a memória afetiva e ancestral de sua existência.

 

Local: Quinta, dia 5, às 15h no instagram @atelietransmoras
 

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Curar-se em si - Você já sonhou com o que é hoje?

Vivência Meditativa para pessoas Trans adultas. 

7 vagas, dia 5 de novembro, quinta, às 10h da manhã de Brasília.
 

Local: Quinta, dia 5, às 10 da manhã via Google Meet.

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3t | Podcast: Trifásica

Nesse primeiro episódio mediado por Bioncinha teremos um contexto de trifásica, material disparador com Joana Castro. Um parâmetro com Gabriel Sanpêra e o que chama de facilitação remota e a leitura de seu texto crianças arquitetas. Onde viemos e para onde vamos. Buscamos outras virtualidades para um futuro menos predatório.

Dia 6 de novembro, sexta, às 21h15.

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habitar

É sobre Habitar, vivenciar experimentar. Em Habitar,  CALANGX, que é uma corpa nascida e vivente no Sertão da Bahia, interpela o espectador, propondo questionamentos paradoxais - de conforto e desconforto - em uma realidade sertaneja, ou melhor, serTRANSneja. Com uma estética SER-TÃO FUTURISTA, chama o público a experimentar esse mesmo sertão - farto em  tecnologias, porém com uma escassez de água cada vez maior. 
É sobre habitar, vivenciar e experimentar o ser-tão contraditório.

 

Local: Estreia sábado, dia 7, no YouTube

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Oficina percepção e contato

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Exposição fotográfica: Para que não esqueçam!

Ato performático que bEsta exposição é um importante trabalho que preserva e reivindica a memória das marchas antirracistas e da luta pela aprovação das cotas pelo Núcleo de Consciência Negra da Unicamp, das ações e vivências do núcleos de capoeira da Escola Angola e Resistência e de diferentes movimentações da coletividade Ateliê TRANSmoras, com ações na Unicamp, na moradia e na comunidade Menino Chorão. Trata-se de uma pequena amostra de um trabalho que já é reconhecido como o que há de mais sensível na iconografia sobre movimentações recentes na Unicamp, sobretudo no que diz respeito às lutas antirracistas e pelas cotas. usca aprofundar-se nas íntimas  lembranças a partir de um movimento coletivo que foi muito comum na vida da artista que propõe a imersão, resgatando a memória afetiva de ancestral de sua existência.

A oficina tem como proposta ampliar a consciência corporal através do movimento. Para isto, o artistx Kyo Dias propõem um encontro com todes que tenham interesse em explorar o corpo através da técnica de improvisação e educação somática. O objetivo deste encontro está na necessidade de estudar novos processos de investigações corporais e gerar “outras” ressignificações, autoconhecimento e apropriação de sI.

 

Local: Google Meet, domingo, dia 8, às 10h